Assista cultos ao vivo

sábado, 9 de julho de 2016

HOUVE RECONCILIACAO ENTRE OS NOSSOS LÍDERES


RECONCILIAÇÃO NA CÚPULA DA CGADB:

Na reunião da mesa Diretora da CGADB, ocorrida no dia 7 de Julho no Rio de Janeiro, fiz uma proposta no sentido de haver uma reconciliação entre o Pr Samuel Câmara presidente da igreja mãe e o Pr José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB. No início houve uma certa resistência, mas Deus prevaleceu. Além da reconciliação, foi restituída a comunhão do pastor Samuel  Camara, Jonatas Câmara e Ivan Bastos, nos quadros da Convenção Geral. Em contra partida os referidos líderes retiram os processos contra a CGADB. Isso foi lindo demais.
Louvamos a Deus por esse Acordo de paz. "Em Mateus 5. 9. está escrito: Bem-Aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus". Essa atitude de ambos, foi uma lição para todos os que lideram a Obra do Mestre.
Convém ressaltar, que desentendimento entre líderes não é coisa nova, leia esse texto:
Atos 15:39 - E tal contenda houve entre eles, que se apartaram um do outro. Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre. O que nos alegre é que depois Paulo e Barnabé se reconciliaram.
Toda honra e toda a glória ao Senhor. Parabéns aos nossos líderes.

Pr Ival Teodoro da Silva
1° Vice-Presidente da CGADB

quinta-feira, 26 de maio de 2016

20° ELADES EM GUARATUBA:


 
Veja as fotos que configuram as participações dos líderes nas aulas do ELADES dos estados do sul, em Guaratuba, com a ministração dos professores e pastores Davi Batista Matos e Messias dos Santos, sob o tema: "Cristo como modelo de liderança". 
As irmãs também tiveram paralelamente suas reuniões e ministrações com as irmãs: Celeste Albertina e Bemira Batista, cujas mensagens foram profundamente inspiradas.
Tivemos a participação de 330 inscritos sendo 129 do Paraná, 101 do Rio Grande do Sul e 10
0 de Santa Catarina.
O evento transcorreu sob a benção do Senhor. Tive o privilégio de presidir esse evento e realizar a eleição da nova diretoria, que ficou assim: Presidente pastor João Ceno - SC, Primeiro vice-Presidente Pr. Adalberto Dutra - RS e segundo Vice-Presidente Pr Perci Fontoura - PR.

Oremos pela UMADERSUL.
 

 
pastor Ival Teodoro da Silva 
Primeiro Vice - Presidente da CGADB

quarta-feira, 27 de abril de 2016

O CARÁTER CRISTÃO




              Em uma publicação da Revista Visão Pentecostal orgão Oficial da CIEADEP,  falei sobre  o tema: "O Caráter Cristão".
Gostaria de retomar essa reflexão, pois precisamos de mais pessoas comprometidas  com a verdade e a  transparência.
Assim como o avião depende das duas asas para se manter no ar, o Obreiro depende de carisma e de caráter para exercer com sucesso duradouro o seu ministério. O Líder que ninguém esquece, tem as duas asas: carisma e caráter. O que é carisma?  É a habilidade de atrair pessoas em torno de si. Por isso, as multidões seguiam a Jesus. O que é caráter?  É um conjunto de hábitos adquiridos ou desenvolvidos ao longo do tempo, que define quem “é” a pessoa. Jesus foi testado, tentado e provado em tudo e concluiu sua missão como “homem” irrepreensível  tinha profundidade de caráter. O comportamento e as atitudes de uma pessoa em tempo de lutas, provações e de tentações, diz muito sobre o seu caráter. Isso porque a melhor maneira de se conhecer o substrato do ser de alguém, é na hora da tentação, do deserto ou da crise. Ao ser tentado pela mulher de Potifar, José do Egito manifestou a profundidade do seu caráter. Se ele não tivesse passado por esse teste de fogo, no qual saiu vitorioso, sua história seria mais uma dentre as muitas (Gn 39). São de Geoffrey Wilson as palavras: “As ações dos homens formam um indicador infalível de seu caráter”. A grande preocupação de Jesus, no Sermão da Montanha, era com o caráter dos seus discípulos. Eles não poderiam ser mundo do mundo, nem terra da terra, mas sim luz do mundo e sal da terra, pois foram chamados para fazer a diferença. Mt 5.13 a 15. Ao concluir, o sermão, no capitulo 7, Ele diz que o único projeto de vida que resistiria em tempos de provações, seria Aquele que o construtor levou a sério a Sua Palavra, e a colocou em prática. Estes são os que se preocupam com a integridade, a santidade, a honestidade, a verdade, a pureza, enfim, com a profundidade  do  caráter.  Eu particularmente, gosto muito de um pensamento anônimo que diz: “Reputação é o que os homens pensam o que você é; caráter é o que Deus sabe o que você é”.O obreiro deve zelar pelo seu caráter, temos “A minha vida tem que falar mais alto do que a minha voz”. Não pode haver incoerência entre o que eu prego, o que faço e o que sou. Deus não me avalia pelo que eu tenho ou faço, mas sim pelo que eu sou; e o que sou é determinado pelo meu “caráter”. Eis o porquê de um obreiro buscar sempre o equilíbrio entre o SER e o FAZER. O fazer, sem ser não tem valor para Deus.
Formação do Caráter Pessoal e Ministerial
       O apostolo Paulo movido pelo Espírito Santo disse, que o ministro “não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça, e incorra na condenação do diabo” I Tm 6.6. Originalmente “neófito” significa recém-plantado, novo convertido, inexperiente, imaturo e etc. A Bíblia Viva assim traduz o referido texto em “o pastor não deve ser um cristão novato, pois poderia ficar orgulhoso de ter sido escolhido tão depressa”.
      A experiência MINISTERIAL não se aprende apenas na escola teológica ou secular. Aprende-se na escola da vida diária carregando as muitas (MALETAS) dos grandes líderes ou deitando água na mão do Profeta. Assim, compreendemos que alguns servos de Deus passaram por muitos sofrimentos, pelos quais tornaram-se preparados para realizar o trabalho para o qual foram designados.
Somos exemplo disso, pois no início começamos com dificuldade, eu e minha esposa, mas nos espelhávamos em nossos líderes, que foram homens de caráter e carisma.
Mas continuamos a dizer: Estamos aprendendo dia após dia, na grande escola da vida.

Pastor Ival Teodoro da Silva
1° Vice - Presidente da CGADB

sexta-feira, 25 de março de 2016

CONHEÇA A NOSSA HISTÓRIA



Em 19 de novembro de 1910, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, batizados no Espírito Santo, chegaram a Belém do Pará, procedentes dos Estados Unidos da América. Ao crer na doutrina pentecostal pregada pelos dois missionários, em 2 de junho de 1911, na Rua Siqueira Mendes, 67, na cidade de Belém, Celina de Albuquerque, membro da Igreja Batista de Belém, enquanto orava, foi batizada no Espírito Santo.

O fato teve repercussão imediata na Igreja Batista. Havia aqueles que aceitavam o batismo no Espírito Santo e aqueles que eram contrários à nova doutrina. Em 13 de junho, numa terça-feira, foram excluídos 13 membros da igreja: José Plácido da Costa, que ocupara o cargo de moderador da igreja até aquela sessão; Manuel Maria Rodrigues, ex-secretário; José Batista de Carvalho, ex-tesoureiro; Antonio Mendes Garcia, todos estes diáconos; Lourenço Domingos; João Domingos; Maria dos Prazeres Costa; Maria Pinto de Carvalho; Alberta Ribeiro Garcia; Manuel Rodrigues Dias; Jerusa Rodrigues. O secretário da igreja depois de anotar esses nomes, deixou para o fim os nomes de Celina Cardoso de Albuquerque e Maria de Jesus Nazaré, que, ao mencioná-los, fez chamando-as de “as profetisas”, e os de Gunnar Vingren e Daniel Berg.

Sob a liderança dos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, os crentes batistas que aceitavam a doutrina pentecostal foram convocados a comparecer à casa onde se instalava a congregação batista na Cidade Velha, à Rua Siqueira Mendes nº1-A, residência da irmã Celina Albuquerque, para se reunir no dia 18 de junho de 1911, num domingo. Presentes estiveram onze irmãos excluídos no dia 13 daquele mês, da Igreja Batista, tendo faltado os irmãos Lourenço Domingos e Alberta Ribeiro Garcia. Compareceram, porém, três membros da igreja que não estavam excluídos, que foram Henrique Albuquerque, esposo de Celina; Maria Piedade da Costa, esposa de Plácido e Emília Dias. Além destes, foram arrolados mais quatro irmãos da referida congregação, cujos nomes são os seguintes: Joaquim Silva, Tereza Silva de Jesus, Izabel Silva e Benvinda Silva, todos de uma mesma família. Os três que ainda eram membros da Igreja Batista só foram excluídos no dia 12 de julho depois de que a mesma tomou conhecimento da posição assumida por eles. Quanto aos quatro congregados, não cabia a igreja discipliná-los porque não eram membros da igreja. Ao todo eram 18 pessoas para o início da Missão da Fé Apostólica, que mais tarde passou a se chamar Assembléia de Deus.

I – Começa a Missão da Fé Apostólica

A partir de 18 de junho de 1911, as igrejas pentecostais que iam sendo iniciadas no Pará, começando pela que se reunia na casa de Henrique e Celina Albuquerque, à Rua Siqueira Mendes 67, Cidade Velha, em Belém, passaram a ser chamadas pelo nome Missão da Fé Apóstolica.

Em 25 de outubro de 1914, chegaram a Belém do Pará os suecos Otto e Adina Nelson, procedentes dos Estados Unidos, para se juntarem a Vingren e Berg.

Em 8 de novembro de 1914, a igreja, que se reunia na Av. São Jerônimo, 224, seu segundo, endereço depois da casa de Celina Albuquerque (nesta casa se reuniram por mais ou menos três meses) se mudou para a Travessa 9 de janeiro, 75.

Em 18 de agosto de 1916, chegaram a Belém os suecos Samuel e Lina Nyström, os primeiros missionários oficialmente enviados pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.

Em 3 de julho de 1917, Frida Vingren chegou a Belém, como missionária também enviada pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.

II – Registrada a primeira “Assembleia de Deus”

Em 11 de janeiro de 1918, Gunnar Vingren registrou o Estatuto da Igreja no Cartório de Registro de Títulos e Documentos do 1º ofício, em Belém, no Livro A, Nº 2, de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e outros papéis, número de ordem 131.448, sob o nome “Estatuto da Sociedade Evangélica Assembléia de Deus”, número de ordem 21.320, do Protocolo Nº 2.

Os extratos do Estatuto foram publicados no Diário Oficial do Estado do Pará, sob nº 766524.

Com esse registro, a igreja começou a existir legalmente como pessoa jurídica adequando-se aos Artigos 16 e 18 do primeiro Código Civil Brasileiro que acabara de entrar em vigor em 1º de janeiro de 1917.

III – Primórdios no Pará

Os primeiros lugares no Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Soure e Mosqueiro, na Ilha de Marajó (Daniel Berg, 1911); Bragança (Daniel Berg, 1912); Xarapucu e Catipuru (Daniel Berg, 1913); Estrada de Ferro Belém-Bragança, Igarapé-Assu, Benevides, Capanema, Timboteua, Peixe-Boi e Bragança (Clímaco Bueno Aza, 1913); Ilha Caviana (Daniel Berg, 1914); Afuá, Ilha de Marajó (Gunnar Vingren e Daniel Berg, 1914); São Luís do Pará (1915); Assaisal (Bonito) (Joaquim Amaro do Nascimento, Francisco Santos Carneiro e João Paraense, 1919); e vários outros lugares foram sendo visitados pelos primeiros missionários e crentes da AD de Belém.

IV – Primórdios fora do Pará

Os primeiros lugares fora do Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Uruburetama, CE (Maria de Nazaré, 1914); Maceió, AL (Gunnar Vingren, 1914; Otto Nelson, 1914); Campina Grande, PB (Manoel Francisco Dubu, 1914; Felipe Nery Fernandes, 1922); Roraima (Cordulino Teixeira Bastos, 1915); Manaus, AM (Severino Moreno de Araújo, 1917); Macapá, AP (Clímaco Bueno Aza, 1916); Recife (Adriano Nobre, 1916); Natal, RN (Pregadores de nomes desconhecidos e Adriano Nobre, 1918); João Pessoa, PB (Francisco Félix e esposa, 1920); Rio de Janeiro, RJ (Gunnar Vingren, 1920, 1923; alguns crentes do Pará, 1923); Santos, SP (Gunnar Vingren, 1920; crentes de Pernambuco,1923; Daniel Berg, 1924); Tubarão, SC (Gunnar Vingren, 1920); Criciúma, SC (Gunnar Vingren, 1920); Itajaí, SC (Gunnar Vingren, 1920); São Paulo, SP (Gunnar Vingren, 1920, 1923; Daniel Berg, 1927); São Bernardo, SP (Gunnar Vingren, 1920); São Luís, MA (Clímaco Bueno Aza, 1921); Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, noroeste de Mato Grosso (Paul John Aenis, 1922; Elói Bispo de Sena, 1923); Porto Velho (RO) (Paul John Aenis, 1922); Vitória, ES (Galdino Sobrinho e esposa, Daniel Berg, 1922); Fortaleza, CE (Antonio Rêgo Barros, 1922); Niterói, RJ (Heráclito de Menezes, 1923); Porto Alegre, RS (Gustav Nordlund, 1924); Canavieiras, BA (Joaquina de Souza Carvalho, 1926); Belo Horizonte, MG (Clímaco Bueno Aza, 1927); Aracaju, SE (Sargento Ormínio, 1927); Teresina, PI (Raimundo Prudente de Almeida, 1927) e Curitiba, PR (Bruno Skolimowski, 1928); Itajaí, SC (André Bernardino da Silva, 1931); Cruzeiro do Sul, AC (Manoel Pirabas, 1932); Goiânia, GO (Um grupo de crentes da AD de Madureira, RJ, deu início à AD de Goiânia em 1936 e Antônio Moreira, então diácono da AD de Madureira, foi enviado por Paulo Leivas Macalão para fundar a igreja.); Cuiabá, MT (Eduardo Pablo Joerck, 1936); Rio Branco, AC (Luís Firmino Câmara, 1943); e Campo Grande, MS (Juvenal Roque de Andrade, 1944).

V – Começa a imprensa pentecostal

As primeiras publicações da AD, que antecederam o jornal Mensageiro da Paz, foram o jornal “Voz da Verdade” (1917 a 1918), por Almeida Sobrinho e João Trigueiro da Silva; o jornal “Boa Semente” (1919 a 1930), por Gunnar Vingren e Samuel Nyström; e o jornal “O Som Alegre” (1929 a 1930), por Gunnar Vingren.

VI – Primeiros hinários

Também em 1917, a AD de Belém (PA) imprimiu o seu primeiro hinário que ficou pronto no dia 6 de outubro e continha 194 hinos e cânticos. Em 1922, era publicada no Recife a primeira edição da Harpa Cristã, que passou a ser o hinário oficial das Assembléias de Deus.


Fonte: Igreja Mãe – Belém do Pará

O DIA DA MULHER


HISTORIA DO DIA DA MULHER:

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da Data
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
Conquistas das Mulheres Brasileiras
 Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias. Pv 31. 10

Feliz dia da mulher!

Pastor Ival Teodoro da Silva
  1º Vice Presidente da CGADB
       Presidente da ADSJP

Seguidores